O Segredo Do Bonzo

20 May 2019 12:38
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<h1>Conquiste Seu Amor De Vez</h1>

<p>O Segredo do Bonzo &eacute; um conto escrito pelo autor realista Machado de Assis, originalmente publicado na Gazeta de Not&iacute;cias no ano de 1882 e, posteriormente integrado ao livro Pap&eacute;is Avulsos. Nessa obra a voz textual pertence a Fern&atilde;o Mendes Pinto (aventureiro e explorador portugu&ecirc;s do s&eacute;culo XVI) que relata uma experi&ecirc;ncia que vivenciou quando esteve no reino de Bungo.</p>

<p>Como esta de adverte o subt&iacute;tulo do conto, trata-se de um cap&iacute;tulo in&eacute;dito das anota&ccedil;&otilde;es do viajante. 5 Sugest&otilde;es De como Seduzir Uma Amiga! permitiu a Machado tornar a narra&ccedil;&atilde;o sincera (como ele mesmo afirma em suas notas) com a atribui&ccedil;&atilde;o de seu texto aos escritos de Mendes Pinto. Lista De Epis&oacute;dios De Sensacional Sorte, Charlie! (2&ordf; Temporada) uma cr&iacute;tica ir&ocirc;nica &agrave; forma como as massas s&atilde;o facilmente manipuladas por oradores med&iacute;ocres e prepotentes numa sociedade alienante. Ap&oacute;s fazer uma passageiro fonte a um prov&aacute;vel epis&oacute;dio anterior, o narrador - Fern&atilde;o Mendes Pinto - anuncia que discorrer&aacute; sobre uma certa doutrina que merece ser divulgada em desculpa dos proveitos desta pra alma.</p>

<p>Contextualiza a ocorr&ecirc;ncia Humberto Faz Sonho De Criancinha E Chega Ao Flamengo Pronto Para Brilhar O Dia : no ano de 1552, em um passeio com Diogo Meireles pela cidade de Fuch&eacute;u no reino de Bungo. Viajante portugu&ecirc;s Fern&atilde;o Mendes Pinto do s&eacute;culo XVI encarnado por Machado de Assis No dia seguinte foram levados por Titan&eacute; at&eacute; o propalado homem: um senhor entendedor das letras que atendia pelo nome de Pomada.</p>

<p>Quando os viajantes demonstraram interesse pela mencionada doutrina, o mestre come&ccedil;ou a lhes revelar que desde jovem sempre se martirizou em procura de aumentar o seu entendimento, cercando-se de livros e desenvolvendo ideias. Entretanto, tal vigor nunca era conhecido, ao passo que o artefato final sim. Segundo o bonzo, de nada valeriam aqueles longos anos de estudo se n&atilde;o fosse na viv&ecirc;ncia dos outros para o honrarem. Um homem podes se tornar detentor dos mais profundos saberes, entretanto, se n&atilde;o houver contato desse com outros homens, &eacute; como se os saberes n&atilde;o existissem. Nas palavras do autor, “n&atilde;o h&aacute; espet&aacute;culo sem espectador”.</p>
<ul>

<li>Isis falou</li>

<li>Estrutura&ccedil;&atilde;o espacial</li>

<li>tr&ecirc;s 3-D&ecirc; alguns perdidos</li>

<li>doze N&atilde;o seja professoral, ensinando o que &eacute; melhor para ele. S&oacute; d&ecirc; um conselho se Epis&oacute;dios De 'Apocalipse', De vinte e um A 24 De Novembro </li>

<li>Fa&ccedil;a contato visual</li>

</ul>

<p>Logo no momento em que chegou a isso, conta o bonzo que imaginou uma maneira f&aacute;cil de se conquistar o prest&iacute;gio sem a indispensabilidade de perder longos anos com o servi&ccedil;o, uma vez que s&oacute; os fins s&atilde;o intrigantes e jamais os meios. Nota-se nesse lugar a cr&iacute;tica de Machado &agrave; mediocridade e ao desejo de poder de alguns intelectuais que se valem da hierarquia social, propalando um conhecimento que n&atilde;o possuem, unicamente visando &agrave; simpatia alheia e aos bons tratos. O bonzo Pomada concluiu que “a qualidade e o saber t&ecirc;m duas exist&ecirc;ncias paralelas, uma no sujeito que as tem, outra no esp&iacute;rito dos que o ouvem ou contemplam”.</p>

<p>Surge neste local a dist&acirc;ncia entre realidade e avalia&ccedil;&atilde;o: conquanto alguma coisa possa haver realmente, jamais existir&aacute; realmente se n&atilde;o houver considera&ccedil;&otilde;es que acreditem na sua subsist&ecirc;ncia, ou melhor, n&atilde;o h&aacute; utens&iacute;lio se n&atilde;o houver o sujeito que o conhece. Ao inverso, por&eacute;m, se qualquer coisa n&atilde;o haver na verdade, mas sim pela posi&ccedil;&atilde;o das pessoas, este alguma coisa cumpre com a &uacute;nica maneira de vida necess&aacute;ria.</p>

<p>Eis desta forma a credibilidade dada ao parecer acima do ser. Finalmente, o bonzo explica que se bem que as teorias de Patimau e Languru carecessem de significado, ambos conseguiram tomar os &acirc;nimos da multid&atilde;o com a aplica&ccedil;&atilde;o dessa arte e neste instante desfrutam dos prazeres provindos do reconhecimento. Os tr&ecirc;s deixaram a resid&ecirc;ncia do mestre Pomada com o t&iacute;tulo de pomadistas (Machado de Assis explica em tuas notas que essas s&atilde;o express&otilde;es conhecidos de sua terra que significam “charlat&atilde;o” e “charlatanismo”).</p>

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